Esse dias parei para pensar nos diversos tipos de amor… Há o amor de um casal, entre um homem e uma mulher; o amor de um filho e seu pai; o qual por sua vez já é bem diferente do amor de um filho para com sua mãe, pois os laços e a sintonia são extremamente maiores. Até mesmo o amor entre irmãos pode diferir de varias formas, dependendo de cada situação e da criação de cada um. Nos casos de irmãos gêmeos, estes podem ser super ligados durante uma vida inteira, ou quem sabe, em uma certa etapa da vida se distanciarem um pouco. Enfim.. os tipos de amor vão acabar surgindo em vários contextos, dentro das histórias de vida de cada pessoa, das situações pelas quais os envolvidos passaram.

Mas e você já pensou no amor entre um ser humano e um cachorro? Será que pode ser considerado um tipo de amor?  Bem… tenho pensado bastante sobre o assunto, até porque esse presente divino também está presente em minha vida.

Na verdade, essa convivência com os “dogs” trazem muitos benefícios para nós humanos, tais como: auxiliar no aumento de nossa segurança e autoestima; na diminuição de nossos níveis de estresse; e também no caso de nos forçarem, quer queiramos ou não, a nos exercitar em suas caminhadas. Mas e o vínculo com esses animais. Como explicar essa relação?

E é justamente sobre essa pergunta que eu mais tenho buscado uma resposta. Como explicar uma relação com um animal que falta apenas falar? Que muitas vezes parece ser a melhor companhia? Aquele que apenas pelo olhar sabe que não estamos no nosso melhor dia, e deita ao nosso lado, como se escutasse nossos problemas. Como explicar esse tipo de amor em que saímos do trabalho e já nos imaginamos chegando em casa com a festa do peludinho? E como explicar o que nos faz sair do sofá quando não temos vontade alguma apenas por causa das necessidades básicas do cão? Voltamos renovados, não voltamos?!

Até mesmo em situações constrangedoras, como por exemplo quando o seu cão não é muito dócil e não pode ver cachorro algum na rua. Saímos para passear mesmo que isso signifique passar vergonha por causa da “pequena ceninha”? A relação de afeto é tão grande que temos apoio até mesmo em algumas horas impróprias como por exemplo a hora de “fazer o numero 2”,  onde ele sempre vai querer estar ali, nos observando.

Quando paro e penso em tudo que já vivi com esse “carinha”, a minha reação é me emocionar pelas muitas bênçãos que eu tenho por ter ele ao meu lado.  Aprendo todos os dias sobre um amor incondicional no qual não existem barreiras. Um amor tão puro que a sua única felicidade é me ver feliz. Como amar alguém assim? Como se a gente fosse o “seu” mundo. Um amor que por mais que não tenha saído do meu ventre, é como se fosse. Um amor de mãe e filho.

Enfim…. o amor por cachorros é um dos meus preferidos, pois trata-se de um amor tão leal, companheiro, honesto, sem “poréns”, em que podemos ser nós mesmos, sem maquiagem, sem “mimimi”.  Às vezes eu penso que quando o mundo está muito pesado para nós humanos, os cães estão lá, como anjos, para nos ajudarem a suportar as amarguras e dificuldades da vida. Eles são a nossa alegria, são as crianças da casa, são os filhos que ainda não tivemos ou perdemos, ou seja, são o fruto do nosso amor mais genuíno e verdadeiro.

E então, o que você está esperando para ter um dos mais belos amores ao seu lado?

Em Breve falaremos mais de peludos por aqui.

Beijos

Gisele

Viajantes, Investidores, Apaixonados um pelo outro e pelo Balbo.

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